China impõe limites ao pagamento de bônus a executivos de bancos

quarta-feira, 10 de março de 2010

Bancos terão de reservar pelo menos 40% de seus orçamentos para cobrir possíveis riscos futuros

NOVA YORK - O governo da China anunciou diretrizes que regem o pagamento de bônus a executivos de empresas financeiras chinesas, juntando-se ao grupo de países que tentam desencorajar a tomada de riscos excessivos pelos bancos, alterando a forma como seus altos executivos são pagos.

De acordo com as novas regras, os bancos terão de reservar pelo menos 40% de seus orçamentos para o pagamento de bônus para cobrir possíveis riscos futuros. Após um período de três anos de retenção dos recursos, eles poderão, então, utilizar os fundos retidos, afirmou a Comissão de Regulação Bancária da China (CBRC) em um comunicado.

Ainda segundo o órgão, se os bancos registrarem perdas significativas, eles poderão tomar de volta os bônus pagos e suspender futuros pagamentos. As novas regras também limitam o pagamento de bônus para os altos executivos a não mais que três vezes seus salários-base.

A crise financeira global estimulou a reavaliação, nos EUA e em outros países, do pagamento de executivos financeiros. Na China, os níveis salariais têm subido nos últimos anos com a alta dos lucros, mas os executivos do setor financeiro geralmente ganham uma fração do que ganham os executivos das companhias ocidentais - mesmo que os bancos da China estejam entre as maiores do mundo e, principalmente, têm evitado os prejuízos que afetaram muitas instituições estrangeiras.

Em 2008, o presidente do Industrial & Commercial Bank of China, Jiang Jianqing, recebeu um total de US$ 236 mil, de acordo com o relatório anual do banco. No mesmo, ano, o executivo-chefe do Citigroup, Vikram Pandit, ganhou mais que US$ 38 milhões. Em 2009, Pandit recebeu uma compensação em dinheiro de US$ 128.751, após reduzir seu salário para US$ 1 em fevereiro.

Fonte: Estadão

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Gestão com Base nos Critérios da Excelência

terça-feira, 9 de março de 2010

A FEBRABAN estará realizando em São Paulo, nos dias 05 e 06 de Abril de 2010, o curso Gestão com Base nos Critérios de Excelência. Tais critérios, trabalhados pela FNQ (Fundação Nacional de Qualidade) são 8: liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas, processos e resultados. O curso tem um custo total de R$ 750,00 e a inscrição pode ser feita pelo site http://www.febraban.org.br/educacao-curso.asp?modulo=Educação&id_tipoe=1&id_curso=336. As vagas são limitadas a 20 pessoas. Inscreva-se já.

Leia mais sobre a Gestão da Excelência no http://www.fnq.org.br/site/376/default.aspx

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Bancos Públicos cresceram a carteira de crédito em 31,1% em 2009 e os privados apenas 8,7%

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

BRASÍLIA - O Banco Central mudou as projeções para o mercado de crédito e voltou a prever que os bancos públicos vão liderar a expansão dos empréstimos em 2010, exatamente como aconteceu em 2009. Estimativas apresentadas pelo chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, Túlio Macedo, aumentaram a perspectiva de crescimento do crédito para instituições estatais e diminuíram para os privados. Assim, o crédito dos bancos públicos deve crescer novamente mais rápido que na concorrência.

De acordo com a projeção oficial do BC, os financiamentos de instituições controladas pelo governo, como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), devem ter expansão de 20% em 2010 na comparação com 2009. A estimativa anterior era de crescimento de 19%.

O ritmo de expansão dos públicos será maior que a velocidade dos privados nacionais, cuja previsão de aumento das operações diminuiu de 20% para 19% neste ano. Também foi rebaixada a estimativa de aumento dos empréstimos nas instituições estrangeiras que operam no Brasil, de 24% para 19% na comparação anual.

Em 2009, bancos públicos cresceram 31,1% no mercado de crédito. O ritmo foi muito superior ao observado nos concorrentes: aumento de 8,7% nos privados nacionais e redução de 0,4% nos estrangeiros.

Com esse desempenho, instituições estatais passaram a liderar o mercado e já respondem por 41,6% das operações de crédito realizadas no Brasil. O porcentual é superior à fatia de 40,4% dos privados nacionais e de 18% dos estrangeiros.

Fonte: Estadão

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BC: crédito cresceu 15,7% em 12 meses no Brasil

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

BC: crédito cresceu 15,7% em 12 meses no Brasil

BRASÍLIA - As operações de crédito do sistema financeiro apresentaram expansão de 0,7% em janeiro deste ano, na comparação com dezembro do ano passado, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). Segundo a autoridade monetária, o crescimento levou a carteira total de empréstimos a R$ 1,422 trilhão. No acumulado dos últimos 12 meses até janeiro, essa carteira acumula crescimento de 15,7%.

Entre as várias operações, o total de crédito tomado pelo setor privado teve expansão de 0,6% em janeiro ante dezembro, para R$ 1,36 trilhão. Nesse segmento, chama a atenção a expansão de 1,6% no mês e de 45% em 12 meses do crédito destinado à habitação, que somava R$ 93,36 bilhões no fim do mês passado. Nas operações para as pessoas físicas, o aumento do total de crédito foi de 0,9%, em base mensal, e de 18,3% em 12 meses. Para o setor público, o total de crédito avançou 4% no mês passado ante o mês anterior e acumula alta de 121,8% em 12 meses.

A participação do crédito no Produto Interno Bruto (PIB) atingiu 44,6% ao fim de janeiro de 2010. O porcentual é inferior ao observado em dezembro de 2009, quando estava em 45%, mas supera os 40% de janeiro de 2009.

Fonte: Estadão

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Na Caixa Federal, expansão de crédito imobiliário em 2010 já supera 90%

Na Caixa, expansão de crédito imobiliário em 2010 já supera 90%

Responsável por 83,5% do estoque de crédito imobiliário no Brasil, a Caixa Econômica Federal começou 2010 da forma como atuou em todo o ano passado: com o pé no acelerador.

Entre janeiro e o dia 17 de fevereiro, os empréstimos concedidos pela instituição apresentaram alta de 91% em relação a igual período do ano passado. Em dinheiro, foram R$ 6,4 bilhões. Em contratos, 3.614 por dia, três vezes mais do que os grandes bancos de varejo fazem por mês. O desempenho surpreende até mesmo o vice-presidente da instituição, Jorge Hereda. "Reservamos R$ 50 bilhões para crédito imobiliário este ano, mas, nessa batida, podemos superar (esse número)", afirma. No ano passado, o crédito imobiliário na Caixa somou R$ 47 bilhões, 102% mais do que em 2008.

Especialistas destacam uma diferença importante entre o que ocorreu no ano passado e o que começa a se desenhar para este ano. Lá, havia uma determinação do governo de que os bancos públicos abrissem as torneiras do crédito para amenizar os efeitos da crise global no Brasil. Isso levou a Caixa e o BB a reduzir as taxas de juros. Ambas atraíram clientes e ganharam participação de mercado.

Muitos - entre eles Hereda - avaliavam que, neste ano, o ritmo ia esfriar, o que ainda não ocorreu. A explicação passa pelo déficit habitacional, que está entre 6 milhões e 8 milhões de unidades, conforme o cálculo.

"Há demanda (por imóvel) em todos os segmentos da sociedade", afirma o professor da Faculdade de Economia e Administração da USP Keyler Carvalho Rocha. "De um lado, há financiamento mais abundante. De outro, o comprador tem mais acesso hoje, graças à ascensão social no País."

Os especialistas consultados pelo Estado observam que a relação entre crédito imobiliário e Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil está entre as mais baixas do mundo. Levando em conta só financiamentos bancários, está na casa dos 3%. Considerando empréstimos de construtoras e outras fontes, vai para perto de 5%.

Hoje, as taxas de juros para o mutuário variam de 8,2% ao ano mais TR (taxa referencial) a 11% ao ano mais TR. Os diretores dos bancos garantem que, mesmo que a Selic seja elevada em 2010, como prevê o mercado, o custo do crédito imobiliário vai ficar como está.

Fonte: Estadão

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Após cortar empregos em 2009, Itaú Unibanco planeja abrir 150 agências em 2010

Após cortar empregos em 2009, Itaú Unibanco planeja abrir 150 agências em 2010

Diretor do banco também disse que o processo de integração entre Itaú e Unibanco deverá ser finalizado este ano.

O Itaú Unibanco anunciou na sexta-feira, 12, a intenção de abrir 150 novas agências em todo o país neste ano, em especial no Nordeste e no Centro-Oeste. A notícia foi dada por Silvio Carvalho, diretor executivo do banco, que também informou que a empresa decidiu não fechar agências de nenhuma das marcas, mesmo que elas estejam localizadas em locais próximos.

A notícia, no entanto, contrasta com dados apresentados no balanço do banco, que dão conta do fechamento de 7.176 postos de trabalho em 2009. Após a fusão, o banco tinha 108.816 trabalhadores em dezembro de 2008 e um ano depois reduziu para 101.640.

Segundo Carvalho, todas as áreas foram integradas, exceto a migração das agências. A integração das agências dos dois bancos vai ser finalizada neste ano com a transformação de cerca de mil unidades do Unibanco em agências Itaú.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul

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Maiores bancos privados fecharam 10 mil vagas em 2009

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Maiores bancos privados fecharam 10 mil vagas em 2009

SÃO PAULO - Os três maiores bancos privados do País - Itaú Unibanco, Bradesco e Santander - fecharam 9.902 postos de trabalho no ano passado, segundo levantamento divulgado hoje pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), realizado em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

O levantamento aponta que o Itaú Unibanco, instituição que registrou lucro líquido de R$ 10 bilhões no ano passado e abriu 42 agências bancárias no País, fechou 7.176 vagas. Após a fusão dos dois bancos, anunciada no final de 2008, a nova empresa começou 2009 com 108.816 funcionários. Um ano depois, o quadro de pessoal foi reduzido para 101.640 bancários.

O Bradesco, que registrou um lucro líquido R$ 8 bilhões no ano passado - 5% superior ao observado em 2008 -, cortou 1.074 empregos em 2009. O Santander, por sua vez, elevou o lucro líquido em 40,7% (de R$ 3,9 bilhões em 2008 para R$ 5,5 bilhões) e fechou 1.652 vagas.

O estudo do Dieese mostra também que a rotatividade de mão de obra tem ajudado a reduzir a remuneração média dos bancários. Os desligados de janeiro a setembro de 2009, nos três bancos privados, recebiam remuneração média de R$ 3.494,25. Os contratados no mesmo período, por sua vez, tiveram remuneração média de R$ 2.051,80, o que representa uma diferença de 41,28%.

Fonte: Estadão

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Petrobras adere ao DDA no Banco do Brasil

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Petrobras adere ao DDA no Banco do Brasil

A Petrobras anunciou a adesão ao Débito Direto Autorizado (DDA) no Banco do Brasil. Com isso, a maior empresa da América Latina e quarta empresa de energia do mundo vai passar a receber todos os boletos de pagamento no Banco do Brasil, inclusive aqueles emitidos por outros bancos.

A solução de DDA, customizada para a Petrobras pelo Banco do Brasil, vai permitir que os fornecedores da Companhia obtenham crédito com garantias baseadas nas contas a pagar da Petrobras. Passa a ser, portanto, mais uma forma de financiar os fornecedores, com condições melhores do que as oferecidas pelo mercado financeiro, permitindo assim melhor fluxo de caixa e melhorando, conseqüentemente, a saúde financeira das empresas.

Fonte: Banco do Brasil

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Bradesco, BB e Santander vão compartilhar 11 mil caixas

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Bradesco, BB e Santander vão compartilhar 11 mil caixas

Clientes de um banco vão poder acessar serviços, como saques e depósitos, nos terminais das outras instituições

SÃO PAULO - Banco do Brasil, Bradesco e Santander pretendem compartilhar 11 mil caixas eletrônicos, segundo comunicado divulgado há pouco pelas três instituições. Com isso, clientes de um banco vão poder acessar serviços, como saques e depósitos, nos terminais das outras instituições. A informação já havia sido antecipada pelo O Estado de S. Paulo em reportagem desta quinta-feira, 11.

O modelo previsto pelos três bancos inclui a criação de uma marca que identifique a rede consolidada. Os três bancos pretendem concluir a operação em aproximadamente cinco meses.

Os três bancos vão detalhar o projeto de compartilhamento na tarde de hoje. A ideia é compartilhar os terminais instalados em aeroportos, postos de combustíveis, supermercados, shopping centers, farmácias e rodoviárias, informa o comunicado.

No passado recente, já ocorreram outras tentativas de compartilhamento de rede. Em fevereiro de 2005, o Banco do Brasil iniciou uma parceria com a Caixa Econômica Federal, que ainda está em vigor. Em 2007, BB e Bradesco iniciaram um acordo para o compartilhamento. O projeto piloto, que chegou a atingir 200 caixas, foi suspenso para "ajustes tecnológicos". Já o Santander compartilha suas máquinas com o Real enquanto o processo de integração entre os dois bancos não é finalizado. O próprio Banco Central defende que os terminais eletrônicos sejam compartilhados. A razão é que isso gera maior eficiência e reduz custos.

No comunicado divulgado pelos bancos, eles ressaltam que o compartilhamento "proporcionará significativo aumento da disponibilidade e capilaridade da rede, com ganho de eficiência em relação à atual forma de utilização individualizada das respectivas redes de autoatendimento."

Fonte: Estadão

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Boletos de papel começam a desaparecer

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Os bancos já começaram a deixar de emitir os boletos em papel que foram substituídos pelos boletos eletrônicos do Débito Direto Autorizado (DDA). Entretanto, os consumidores continuarão a receber os documentos em papel daquelas firmas que não registram sua cobrança nos bancos e, por isso, permanecem fora do DDA. Já existem 2,6 milhões de "sacados eletrônicos", isto é, clientes cadastrados no DDA que recebem boletos digitais das cobranças registradas.

De toda forma, os boletos de cobrança transitados pelo DDA continuarão disponíveis, de forma eletrônica, para os clientes cadastrados como sacados eletrônicos.

Já existem 2,6 milhões de "sacados eletrônicos", isto é, clientes cadastrados no DDA que recebem boletos digitais das cobranças registradas. Pelo novo sistema, que completou três meses dia 19 de janeiro, foram produzidos 34,2 milhões de boletos eletrônicos. Com isso, a quantidade de sacados eletrônicos aumentou 24%, entre dezembro e janeiro, enquanto a de boletos eletrônicos cresceu 41%.

Os bancos estão intensificando as ações para que os clientes cobradores utilizem a cobrança registrada. Com isso, aumentará, significativamente, o número de boletos eletrônicos disponíveis no DDA para a população. Entre os segmentos com maior foco estão os de condomínios, escolas e seguros. Outros serviços agregados ao sistema DDA estão os novos dispositivos de alertas de recebimento de boletos eletrônicos para os usuários, como os por meio de mensagens em celulares e Internet Banking.

Fonte: Relatório Bancário

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Itaú Unibanco espera crescimento de 20% na carteira de crédito em 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Itaú Unibanco espera crescimento de 20% na carteira de crédito em 2010

Maior avanço é previsto para o financiamento imobiliário, com alta de 40% no ano

SÃO PAULO - O Itaú Unibanco espera que a carteira de crédito da instituição apresente um crescimento em torno de 20% em 2010, segundo informou nesta terça-feira, 9, o diretor executivo de Controladoria, Silvio de Carvalho. A projeção não inclui as grandes empresas. "Essas companhias se utilizam mais do mercado de capitais e a tomada de empréstimos no exterior", explicou em teleconferência à imprensa.

O maior crescimento esperado para 2010 é no financiamento imobiliário, com expansão de 40%. Para pequenas e médias empresas, a carteira tem previsão de crescer 20% e o total de empréstimos para pessoas físicas deve apresentar um aumento entre 16% e 17% no ano.

Carvalho considera que mesmo que a volatilidade no mercado externo continue, as projeções para crédito no Brasil são positivas. "Vamos crescer 20% e ter queda na inadimplência. Isso decorre da robustez do nosso mercado interno", disse.

Essa projeção está baseada em uma expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,5% em 2010.

Fonte: Estadão

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Santander Brasil registra lucro de R$ 5,508 bilhões em 2009

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Santander Brasil registra lucro de R$ 5,508 bilhões em 2009

SÃO PAULO - Na primeira teleconferência realizada pelo Banco Santander desde o IPO (Oferta Inicial de Ações), o presidente da instituição, Fábio Barbosa, comentou os resultados do quarto trimestre do banco, e afirmou que espera um ano de 2010 melhor do que 2009 em termos macroeconômicos, o que deve beneficiar o banco.

Carteira de crédito - O banco mostrou crescimento de 4,1% na carteira de crédito no quarto trimestre. O presidente destaca o segmento de pequenas e médias empresas, que mostrou forte crescimento no período (4,5%), o que denota a recuperação da carteira de crédito, permitindo retomar a rentabilidade após o IPO. Barbosa lembra ainda que a flutuação cambial foi um fator que impactou negativamente no crescimento.

O Santander Brasil teve lucro líquido de R$ 5,508 bilhões, expressiva alta de 41% em relação ao reportado em 2008, “alavancado pelo controle de gastos e forte receita”, analisa o presidente do banco.

Barbosa cita os indicadores financeiros, com retorno sobre capital de 19,3%, aumento de 2,6 p.p. frente a 2008. Com relação aos indicadores de solidez, o presidente afirmou que os 25,6% não são uma meta do banco, mas um resultado natural do IPO, que será diluído nos próximos períodos.

Barbosa ainda relatou a queda dos spreads sobre crédito no quarto trimestre, atingindo 12,3%, o que é explicado por uma "correção sazonal".

Fonte: Infomoney

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Cielo se diz pronta para operar todas as bandeiras em julho

Cielo se diz pronta para operar todas as bandeiras em julho

SÃO PAULO - A Cielo está negociando para poder operar com várias bandeiras de cartões de crédito a partir de julho, quando termina o acordo de exclusividade da companhia com a Visa.

"Estamos tomando as medidas necessárias para trabalhar com todas bandeiras a partir de 1o de julho", disse o presidente da Cielo (ex-VisaNet) Rômulo de Mello Dias, em teleconferência com jornalistas sobre os resultados do quarto trimestre.

Atualmente, a Cielo, maior do setor no país, divide com a Redecard, que credencia a bandeira MasterCard, mais de 90 por cento do mercado de credenciamento de lojistas para cartões de crédito e de débito. Recentemente, o Santander anunciou a entrada no mercado, por meio da GetNet.

RESULTADO - Na quarta-feira à noite, a Cielo divulgou lucro líquido de 442 milhões de reais no quarto trimestre, alta de 77,5 por cento em relação ao lucro de 249 milhões de reais em igual período de 2008.

A empresa teve receita líquida de 1,02 bilhão de reais de outubro a dezembro, alta de 22,5 por cento ante os 838,2 milhões nos mesmos três meses de 2008. A geração de caixa medida pelo Ebitda foi de 700,6 milhões de reais nos três meses até dezembro, avanço de 61,1 por cento na comparação anual. A margem Ebitda atingiu o recorde de 68,2 por cento, contra 51,9 por cento um ano antes.

Fonte: Estadão

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Caixa Federal estuda lançar cartão nacional

Caixa Federal estuda lançar cartão nacional

A Caixa Econômica Federal (CEF) poderá sair na frente no projeto de lançar uma bandeira de cartão de débito completamente nacional, para concorrer com as estrangeiras Visa Electron, da Visa, e Redeshop e Maestro, da MasterCard. O banco estuda o tema, embora não confirme a informação. Desde que o governo apertou o cerco ao setor de cartões para estimular a concorrência, uma das ideias aventadas é a criação de uma bandeira doméstica, que possibilitaria que transações fossem feitas sem o pagamento de royalties para Visa e Mastercard.

A Caixa não confirma a existência do projeto. No setor de cartões, entretanto, a inciativa é mencionada por diversos executivos. De acordo com uma fonte, se o projeto for adiante, deve ser algo para abril ou maio. Segundo um executivo do setor de cartões, que diz ter tomado conhecimento de detalhes do plano, o lançamento do cartão poderá ter implicações eleitorais.

Uma bandeira de débito nacional casaria bem com o projeto já anunciado pela Caixa de bancarizar os beneficiários do programa Bolsa Família, que atualmente possuem apenas um cartão magnético para sacar o benefício mensalmente. Em artigo publicado no Valor em 27 de outubro, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, e o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, anunciaram a meta de abrir 4 milhões de contas simplificadas no banco para beneficiários do Bolsa Família até 2010. Segundo uma fonte ouvida, o novo cartão poderia atingir uma base de 15 a 20 milhões de usuários.

A questão que pesa na decisão da Caixa é que estabelecer uma bandeira própria de cartão não é uma tarefa trivial. Os gastos de emissão e construção de marca e do processo de captura das transações com cartão não são desprezíveis. Seria necessário fazer o credenciamento de todos os estabelecimentos comerciais para aceitação da bandeira.

O movimento da Caixa não deve ser isolado e outros cartões domésticos podem surgir. Os bancos podem ter iniciativas individuais ou se aglutinar para criar novos instrumentos de débito. "O desenho de um cartão nacional não passa por um modelo único", diz o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Paulo Caffarelli. Vice-presidente de cartões e novos negócios e varejo do Banco do Brasil (BB), o executivo adianta que qualquer passo do BB nesse campo envolveria a estrutura da Cielo, concorrente da Redecard. O banco detém participação de 23,5% na adquirente e divide o controle com o Bradesco, com 26,6%.

No caso da Caixa, a ideia seria usar a infraestrutura das adquirentes já existentes no mercado. A Cielo está impedida até julho, quando acaba o seu contrato de exclusividade para capturar as transações com cartões Visa. A Redecard, como a Cielo, já faz a captura das despesas com os cartões de débito e crédito emitidos pelo banco federal e se posiciona no mercado como "multibandeira", aceitando diversas marcas. Questionado sobre o tema por ocasião da divulgação de resultados de 2009, o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, disse apoiar a iniciativa e limitou-se a comentar que o banco público é um parceiro excepcional, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mas que não poderia falar sobre o assunto. "Estamos preparados para capturar bandeiras locais de débito e crédito, quaisquer que sejam elas."

Mas não basta criar bandeiras locais. O desafio está na tarefa de multiplicar a aceitação numa malha que rivalize com as estruturas de rede já existentes, de Visa Electron ou Redeshop/Maestro, diz Edson Santos, da Co-Link, consultoria especializada em meios de pagamento. "Se o cartão tem pouca aceitação em lojas, não há uso." Na prática, ele diz que o cartão doméstico só economizaria no "fee" pago às bandeiras, mas há outros custos embutidos, como segurança, busca de escala, processamento e marketing.

Fonte: Valor Online

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Itaú-Unibanco e Bradesco teriam pago R$ 500 milhões em remuneração à seus executivos

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Itaú-Unibanco e Bradesco teriam pago R$ 500 mi a executivos

Os dois maiores bancos privados do País, Itaú-Unibanco e Bradesco, teriam pago a seus principais executivos pouco mais de R$ 500 milhões em remunerações em 2008, segundo o jornal Estado de S.Paulo. O Bradesco teria repartido R$ 250,4 milhões entre 150 profissionais, enquanto o Itaú teria dividido R$ 272,7 mi com um número incerto de profissionais. Os números teriam aparecido nas demonstrações financeiras divulgadas pelas duas instituições naquele ano.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, em um levantamento com base nos balanços dos dois bancos relativos ao 3º trimestre de 2009, teria chegado ao valor de R$ 541,6 milhões, R$ 326 distribuídos pelo Bradesco entre janeiro e setembro e R$ 215,6 distribuídos pelo Itaú-Unibanco no mesmo período.

O Banco Central (BC) colocou em audiência pública, pelo prazo de 90 dias, uma proposta de resolução sobre a política de remuneração de administradores e empregados das instituições financeiras. A principal medida proposta é para que o pagamento de pelo menos 40% do bônus dos executivos seja distribuído ao longo de no mínimo três anos. Essa parcela deve crescer de acordo com a responsabilidade do cargo. O BC também sugere que ao menos 50% do bônus seja pago em instrumento vinculado ao valor da ação da instituição bancária.

Fonte: Terra Notícias

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BC anuncia proposta para remuneração de administradores e empregados de bancos

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

BC anuncia proposta para remuneração de administradores e empregados que exerçam função gerencial
Objetivo é não incentivar aumento do risco acima de 'níveis prudentes', diz.

O Banco Central anunciou nesta segunda-feira (1º) que colocou em audiência pública, por 90 dias, proposta para uma política de remuneração de administradores e empregados de instituições financeiras. Neste prazo, o BC colherá sugestões dos interessados. A proposta não abrange Cooperativas de Crédito e Sociedades de Crédito ao MicroEmpreendedor.

"Busca-se, assim, promover o desenvolvimento de políticas de remuneração compatíveis com a estratégia global de gestão de riscos, formuladas de modo a não incentivar comportamentos capazes de elevar a exposição ao risco acima dos níveis considerados prudentes no curto, médio e longo prazos", informou a autoridade monetária, por meio de nota à imprensa.

Segundo o BC, sua proposta de regulação para o sistema financeiro brasileiro baseia-se nos compromissos assumidos pelos líderes do G20 em abril (London Summit) e setembro de 2009 (Pittsburgh Summit) voltados ao fortalecimento do sistema financeiro.

De acordo com a autoridade monetária, o objetivo da proposta é alinhar as "políticas de remuneração aplicáveis a administradores e empregados que exerçam funções com impacto relevante sobre a exposição ao risco", e os riscos assumidos pelas instituições financeiras.

A política de remuneração deve, entre outras exigências, ser condizente com o resultado global da instituição, em particular o lucro realizado. Além disto, no mínimo 40% da remuneração variável deve ser paga ao longo de 3 anos, primando pela sustentabilidade e o retorno de longo prazo.
Após o período de audiência pública, a proposta revisada deverá ser submetida à aprovação da Diretoria Colegiada do Banco Central e, posteriormente, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que reúne ministros de Estado e o presidente do BC.

Veja o assunto no site do Banco Central do Brasil (link)
Leia aqui o Edital 035/2010 que trata do assunto

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BMG lucra R$ 522 mi com foco no crédito consignado

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

BMG lucra R$ 522 mi com foco no crédito consignado

Instituição inteiramente centrada na concessão de crédito consignado, o BMG radicalizou a aposta no setor no ano passado. Dos R$ 8,1 bilhões de crédito que gerou no ano passado, 81%, ou R$ 6,5 bilhões, foram para os empréstimos com desconto em folha. Da carteira total de R$ 18,7 bilhões, as consignações para aposentados somam R$ 8,3 bilhões e as destinadas ao funcionalismo público, R$ 7,2 bilhões. Os R$ 2,2 bilhões restantes ainda são remanescentes das operações com empregados do setor privado que estão sendo encerradas.

A atividade proporcionou ao BMG um lucro líquido de R$ 522 milhões, ante R$ 240 milhões obtidos em 2008. "Banco médio tem que ser focado, não pode atuar em todos os nichos", afirma o presidente do BMG, Ricardo Annes Guimarães.

De acordo com Guimarães, são raros os Estados onde o BMG não conseguiu estabelecer convênios para atuar com a administração estadual. O Estado de São Paulo é um deles, além do Rio Grande do Sul.

Da carteira de empréstimos do BMG, R$ 6,548 bilhões estão em mãos do próprio banco, valor 30% superior aos R$ 4,294 bilhões que o banco detinha em 2008. O restante foi transacionado nas operações de cessão de crédito, que constituem a principal fonte de captação do banco. A cessão foi de R$ 8,7 bilhões no ano retrasado e de R$ 8,8 bilhões no ano passado, o que representou 62% do total de R$ 17,8 bilhões da captação. Compraram carteira do BMG o Bradesco, BNP Paribas, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Fonte: Valor Online

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Bradesco registra lucro líquido de R$ 8 bilhões em 2009

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bradesco registra lucro líquido de R$ 8 bilhões em 2009

O Bradesco fechou o ano passado com lucro líquido de R$ 8,012 bilhões, valor 5,1% maior do que os R$ 7,625 bilhões de um ano antes. No quarto trimestre de 2009, o banco teve ganhos de R$ 2,18 bilhões, um avanço de 35,9% em relação ao mesmo período de um ano antes.

Em bases recorrentes, o lucro do período foi de R$ 1,839 bilhão, que exclui itens extraordinários, praticamente em linha com os R$ 1,872 bilhão da previsão média de seis analistas ouvidos pela Reuters.

O resultado do período foi impactado pela expansão de 6,8% da carteira de crédito em doze meses, para R$ 228,078 bilhões, com destaque para as operações de pessoa física, que avançaram 11,5% no período.

Além disso, a expectativa de queda nos índices de inadimplência levou a banco a reduzir o volume de provisões contra perdas. A provisão de R$ 2,695 bilhões no trimestre foi 42,7% maior em doze meses, porém menor do que os R$ 2,908 bilhões registrados nos três trimestres imediatamente anteriores.

O volume de operações com atraso superior a 90 dias, excluindo o banco Ibi, ficou em 4,7% da carteira total, abaixo do pico de 5% verificado em setembro, ainda que superior aos 3,4% de dezembro de 2008. Com o Ibi, a inadimplência total foi de 4,9%.

O Bradesco ainda viu o lucro líquido de suas operações com seguros de outubro a dezembro totalizarem R$ 828 milhões, um salto de 50,5% em doze meses. Por fim, o resultado foi reforçado pelo avanço anual de 15,8% das receitas com prestação de serviços no trimestre, para R$ 3,125 bilhões.

A rentabilidade sobre patrimônio líquido, importante indicador sobre a lucratividade de um banco, atingiu 21,4%, contra 23,8% no último trimestre de 2008.

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Banco do Brasil e o argentino Banco da Patagônia

sábado, 23 de janeiro de 2010

As últimas notícias do interesse do Banco do Brasil na aquisição da instituição financeira argentina Banco da Patagônia são de meados de dezembro de 2009.

Na ocasião, o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, confirmou que a instituição estava conversando com o Banco da Patagônia, e também com outras instituições financeiras da Argentina, e de outros países da América Latina.

De acordo com Bendine, o banco da Patagônia é mais voltado para o varejo, com atuação "pulverizada" por toda Argentina. Informou que o banco do país vizinho possui 170 agências, sendo cerca de metade em Buenos Aires. "É um dos maiores pagadores de salários e benefícios do país", acrescentou Bendine. Acrescentou que o banco da Patagônia é o sexto maior banco do país em ativos e o quarto em rede bancária.

Fonte: G1

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Bradesco irá comprar todas as ações do Ibi México

Bradesco irá comprar todas as ações do Ibi México

Banco assinou acordo para comprar financeira da C&A mexicana - Negócio também prevê parceria com a varejista por 20 anos.

O Bradesco anunciou nesta sexta-feira (22) que fechou um memorando de entendimentos para comprar a totalidade do capital social do Ibi Services México (Ibi México) e da RFS Human Management. Esse acordo possibilitará que o banco brasileiro entre no mercado mexicano de crédito.

Atualmente, o Ibi México possui uma carteira de crédito de 1,3 bilhão de pesos mexicanos, o equivalente a R$ 180 milhões. O patrimônio líquido da empresa é de 556 milhões de pesos mexicanos (R$ 79 milhões). A base de cartões de crédito é superior a 1 milhão de unidades.

Além da compra da Ibi, o negócio contempla uma parceria com a C&A México pelo prazo de 20 anos. Nesse período, o Bradesco, por meio da Ibi México, terá exclusividade para comercializar produtos e serviços financeiros na rede de lojas da C&A México.

Em junho, o Bradesco já havia comprado o Ibi no Brasil por R$ 1,4 bilhão, pagos em ações do próprio banco.

Fonte: G1

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DDA já conta com 2,5 milhões de adesões

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

DDA já conta com 2,5 milhões de adesões

O lançamento do DDA (Débito Direto Autorizado) no mercado financeiro representou um marco na evolução dos meios de pagamento no mercado brasileiro. Sua implantação foi gradativa desde 19/10/2009 e conta atualmente com 2.571.124 adesões, sendo 78,8% de Pessoas Físicas e 21,2% de Pessoas Jurídicas.

Até o momento já transitaram na base centralizada do DDA 31.975.642 boletos desde a data de seu lançamento. Tal número é oriundo dos 31 bancos que atualmente operam o DDA, representando 99,2% do volume de boletos emitidos no mercado.

Segundo a FEBRABAN, neste período de transição, buscando uma adaptação gradativa do mercado ao novo serviço, os bancos continuaram emitindo os boletos em papel de todos os títulos registrados em cobrança bancária. Já a partir de agora, seguindo o processo de transição, os bancos efetivamente deixarão de emitir os boletos em papel emitidos contra os sacados que fizeram adesão ao DDA.

Fonte: Febraban

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Obama anuncia novas restrições ao tamanho de bancos

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Obama anuncia novas restrições ao tamanho de bancos

WASHINGTON - O governo do presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, apresentou uma proposta que busca limitar o tamanho dos grandes bancos e restringir suas atividades e os riscos que poderão assumir. O plano da Casa Branca, apoiado pelo ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) Paul Volcker, impediria que bancos comerciais e instituições que possuem bancos controlem e invistam em fundos de proteção (hedge) e firmas de private equity - e também limitaria as operações que fazem com suas contas de tesouraria.

"Minha decisão de reformar o sistema se fortalece quando vejo um retorno a velhas práticas em algumas das firmas que estão combatendo a reforma; e quando eu vejo lucros recorde em algumas das firmas que alegam que não podem emprestar mais para pequenas empresas, não podem manter os juros do cartão de crédito baixos e não podem restituir os contribuintes para ajuda", disse o presidente. "É exatamente este tipo de irresponsabilidade que torna claro a necessidade da reforma", acrescentou.

Uma segunda proposta divulgada pela Casa Branca buscaria limitar o tamanho de qualquer firma financeira em relação ao setor inteiro ao atualizar o atual limite de 10% da fatia de depósitos assegurados. Obama deverá dar mais detalhes sobre o plano juntamente com Volcker e o secretário do Tesouro, Tim Geithner. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Estadão

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Total de empréstimos no país subiu 14,9% em 2009

Total de empréstimos no país subiu 14,9% em 2009

Com essa expansão, a fatia do crédito como percentual do PIB passou de 39,7% para 45%

BRASÍLIA - O total de empréstimos do sistema financeiro às empresas e pessoas físicas cresceu 1,6% em dezembro na comparação com novembro e atingiu R$ 1,410 trilhão, segundo dados divulgados há pouco pelo Banco Central (BC). No acumulado dos 12 meses de 2009, a expansão dessa carteira foi de 14,9%, em relação ao fim de 2008.

Com essa variação, a participação do crédito no PIB oscilou de 45,1% em novembro para 45% em dezembro. Um ano antes, em dezembro de 2008, a fatia dos empréstimos em relação ao total da economia era de 39,7%.

"A evolução dos empréstimos em dezembro foi sustentada pelo desempenho das carteiras com recursos direcionados, impulsionadas pelo crescimento dos financiamentos do BNDES e pela manutenção da trajetória expansionista do crédito habitacional", destaca o BC, no relatório divulgado há pouco.

Segundo o documento, o empréstimo às pessoas físicas "apresentou desaceleração", associada à oferta de dinheiro entre as famílias, proveniente do 13º salário. Entre as empresas, o BC avalia que a recuperação se mantém "em passo moderado, com continuidade da retração nas operações referenciadas em moeda estrangeira".

Fonte: Estadão

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Bradesco Inaugurou 28 Agências ao Final de Dezembro

domingo, 17 de janeiro de 2010

Bradesco Inaugurou 28 Agências ao Final de Dezembro

O Bradesco realizou mais um pacote de inaugurações de agências nesta última semana do ano passado. Foram abertas 28 unidades no espaço de três dias úteis, sendo seis delas instaladas em lojas da rede de supermercados Sonda.

Com isso, o Banco encerrou 2009 com 3.428 agências, além de 1.191 pontos em empresas, 1.730 pontos avançados de atendimento, 6.066 unidades do Banco Postal e 20.205 unidades do Bradesco Expresso. A rede de atendimento atinge 32.620 pontos em 2009, ano em que o Bradesco chegou a 100% de presença nos 5.564 municípios brasileiros. A expansão foi de 20%, ou seja, mais 5.059 novas unidades.

No início de dezembro último, o Bradesco inaugurou também a primeira agência fluvial do Brasil, no barco Voyager III, um supermercado flutuante que atende a uma população de 210 mil pessoas. O trajeto percorrido pelo barco é de aproximadamente 1.600 quilômetros, entre os municípios de Manaus e Tabatinga, no Amazonas. Neste percurso, corta 11 municípios e cerca de 50 comunidades ribeirinhas.

Em novembro de 2009, o Bradesco atingiu inclusão geográfica de 100% nos 5.564 municípios brasileiros, com a inauguração do Posto Avançado de Atendimento de Novo Santo Antônio, no Mato Grosso. Também abriu, no mesmo dia, a primeira agência bancária da comunidade de Heliópolis, em São Paulo, na região do Sacomã.

Fonte: Relatório Bancário

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Bradesco Seguros Cresce 59% Acima do Mercado da AL

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Bradesco Seguros Cresce 59% Acima do Mercado da AL

A Fundação Mapfre apontou o Grupo Bradesco de Seguros e Previdência líder na arrecadação em prêmios totais de seguros em 2008, para a América Latina, com 5.203 milhões de euros e 7,6% do mercado. Mais que a quinta vitória seguida, impressiona a expansão de 154,4% do Grupo entre 2003 e 2008. Ficou 59,4% acima do mercado, que cresceu 95% no período.

Em 2009, o Grupo segurador fechou o terceiro trimestre com R$ 80 bilhões de ativos em carteira, ou quase um terço do mercado. A liderança foi reafirmada por mais três grandes reconhecimentos: "Maior Grupo Segurador do Brasil", segundo o anuário "Valor Financeiro"; "Melhor Empresa de Seguros do Brasil", revista "Euromoney"; e "Melhor Seguradora da América do Sul - 2009", revista inglesa "World Finance".

Fonte: Relatório Bancário

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Bancos aumentam salários de executivos e reduzem bônus

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Bancos aumentam salários de executivos e reduzem bônus

Segundo pesquisa, 80% dos bancos fizeram ou planejam diminuir bônus anuais e incentivos de curto prazo

LONDRES - A maior parte dos bancos aumentou salários e reduziu bônus de executivos em resposta a pedidos para pacotes de compensação menores após a crise financeira, segundo uma pesquisa divulgada pela consultoria Mercer.

Segundo a pesquisa, 80% dos participantes de uma pesquisa com 61 bancos e outras empresas de serviços financeiros afirmaram que fizeram ou planejam fazer mudanças nos bônus anuais e incentivos de curto prazo.

Os bancos foram responsabilizados pela crise financeira internacional ao incentivarem recompensas excessivas a tomadas de riscos e apoiarem uma cultura de curto prazo.

Somente 41% dos respondentes afirmaram que limitaram de maneira significativa ou eliminaram garantias de bônus anuais para executivos, enquanto 64% promoveram o mesmo para garantias de bônus multi-anuais.

A Mercer afirmou que 57% dos entrevistados informaram que já tinham tetos para bônus ou limitaram os bônus e 42% se livraram de compromissos de pagamentos para executivos que forem demitidos, uma prática mais comum entre seguradoras que bancos.

As instituições financeiras norte-americanas lideraram os cortes de incentivos, com 60% adotando a medida, bem à frente de índice de apenas 35% na Europa.

Fonte: Estadão

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Spread foi maior em bancos públicos entre 2004 e 2007

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Estudo do Banco Central mostra que nesse período concorrentes privados tiveram spread até 20% menor

BRASÍLIA - Relatório divulgado nesta sexta-feira,18, pelo Banco Central mostra que os bancos públicos praticaram spreads bancários maiores que os concorrentes privados entre 2004 e 2007. A situação só se inverteu em 2008, quando o governo pressionou bancos estatais a liderarem o processo de redução de juros e, por isso, a margem dos públicos foi menor que a dos comerciais pela primeira vez em cinco anos.

Levantamento anual apresentado há pouco mostra que instituições como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já praticaram margem quase 20% mais cara que a dos privados. Em 2004, no início da pesquisa, o spread dos bancos públicos era de 39,6 pontos e dos privados, 34,5 pontos. No ano seguinte, a diferença aumentou ainda mais: 41,5 pontos nos estatais e 34,9 pontos nos comerciais. Dessa forma, instituições públicas praticavam spread 19% mais alto que a dos concorrentes. Em 2006, a média dos estatais ficou em 36,6 pontos e dos privados, 34,2 pontos. Em 2007, o último ano da liderança dos públicos, a média ficou em 28,7 pontos contra 28,3 pontos dos privados.

A situação só se inverteu no ano passado, quando o governo federal passou a usar os bancos públicos para incentivar o crédito em meio à crise financeira. O plano passava pela redução dos spreads bancários e dos juros ao consumidor. Com essa estratégia, o spread dos públicos ficou em 37 pontos, abaixo dos 40,9 pontos dos privados.

Fonte: Estadão

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BC: lucro e imposto são quase 50% do spread bancário

BRASÍLIA - O lucro dos bancos e os impostos são cada vez mais importantes e, juntos, já respondem por metade da composição do spread bancário, que é a margem cobrada pelas instituições financeiras nos empréstimos. A informação consta do Relatório de Economia Bancária e Crédito divulgado hoje pelo Banco Central (BC). Em 2008, 49,8% do spread era composto de lucro dos bancos e impostos. Um ano antes, a fatia era de 41%. Em contrapartida, a fatia do spread relativa à inadimplência e aos depósitos compulsórios caiu em 2008.

O estudo divulgado hoje pela autoridade monetária mostra que a margem de lucro cobrada pelas instituições financeiras correspondeu a 28,3% do spread médio nos empréstimos prefixados em 2008. Um ano antes, a fatia era quase quatro pontos porcentuais menor, de 24,4%. Ao mesmo tempo, a fatia relativa aos impostos diretos e indiretos subiu de 16,6% para 21,6%.

Em trajetória contrária, com perda de importância na composição do spread, a fatia direcionada a cobrir prejuízos gerados pela inadimplência caiu de 39,7% para 35,7% no período. Apesar da redução, essa ainda é a maior parcela individual na composição do spread bancário. Também em queda, a parcela do depósito compulsório caiu de 3,8% para 1,1% no período que coincide com a forte redução dos depósitos como forma de aumentar a oferta de recursos disponíveis no mercado em meio à crise.

Segundo o estudo do BC, o spread bancário foi composto da seguinte forma em 2008: 13,2% pelo custo administrativo, 35,7% por inadimplência, 1,1% por compulsório, 8,5% por encargos fiscais (impostos e Fundo Garantidor de Crédito), 13,18% de impostos diretos e 28,26% de margem do banco.

Fonte: Estadão

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Economia emergente de cidades médias atrai o Banco do Brasil

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A rede do Banco do Brasil tem, desde ontem, exatas 5 mil agências. A nova unidade foi instalada em Jardim Ingá, distrito de Luziânia (GO), cidade de 141 mil habitantes localizada a 147 km da capital do Estado e a 63 km de Brasília. Segundo Alexandre Corrêa Abreu, vice-presidente de Distribuição do BB, o local é emblemático de uma preocupação que ganhou, recentemente, maior importância na estratégia de expansão logística do banco: ampliar a presença em pequenas e médias cidades brasileiras, sobretudo nas periferias.

Em 2010, o BB planeja abrir mais 180 agências. Pelo menos 40% serão em cidades de pequeno e médio porte, vistas como "praças emergentes", informa Abreu. Ele destaca que, embora tenham menor participação no Produto Interno Bruto (PIB), esses municípios têm apresentado taxa de crescimento econômico superior à dos grandes. E um dos reflexos desse crescimento é a melhoria da renda e, por consequência, da capacidade de consumir produtos e serviços bancários.

Diante disso, o BB entende que é preciso se antecipar à concorrência, instalando-se em áreas que ainda não tenham agência bancária de pequenas e médias cidades. É o caso de Jardim Ingá, onde moram cerca de 70% dos habitantes de Luziânia. Considera uma "praça emergente", a cidade já tinha agências de bancos, entre eles o BB, mas nenhuma ainda naquele distrito, considerado área de periferia.

O vice-presidente do banco afirma que, por ser uma instituição controlada pelo governo federal, o BB sempre se preocupou em ser um agente promotor de desenvolvimento econômico, instalando-se e levando crédito a locais do país que não despertavam o interesse de outros bancos. A diferença, agora, é que isso passou a ser também uma exigência concorrencial, explica. Para ele, se o BB não o fizer, outros grandes bancos de varejo acabarão conquistando a população ainda não atendida das "praças emergentes".

Contando com os correspondentes, o BB está em 3.892 dos 5.562 municípios do país, presença inferior à da Caixa Econômica Federal e à do Bradesco, que alcançam todos os municípios brasileiros por intermédio das agências lotéricas e dos Correios. Se forem consideradas só agências bancárias, a presença do BB é a maior, pois a instituição está em 3.519 cidades, o Bradesco, em 2.944, e a Caixa, em 1.111.

Fonte: Valor Online

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EUA discutem criar imposto sobre bônus dos bancos

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A decisão tomada na semana passada pelo Reino Unido e pela França de impor um imposto sobre as bonificações recebidas pelos banqueiros provocou as primeiras discussões públicas sobre uma eventual adoção da medida pelos Estados Unidos.

Com o governo americano aparentemente cauteloso e a não existência de um aumento imediato do entusiasmo no Congresso - onde a questão não foi levantada durante uma audiência sobre o fundo de socorro do programa de ajuda aos ativos problemáticos, o Tarp -, a probabilidade dos Estados Unidos decidirem impor tal imposto no curto prazo parecia pequena na sexta-feira. Mas analistas disseram que há uma boa chance da ideia ganhar força nos próximos meses.

Até agora, não houve um verdadeiro debate público sobre os impostos sobre ganhos inesperados ("windfall taxes" em inglês), embora esteja havendo discussões pontuais nos círculos econômicos. O debate político está concentrado em outros pontos - a reforma do sistema de saúde, a regulamentação financeira e o uso de recursos do Tarp para financiar a criação de empregos.

Mas depois da decisão do Reino Unido e da França sobre a "windfall tax", a ideia está despertando as atenções. Canais de televisão a cabo voltadas para o mundo dos negócios exibiam na sexta-feira debates sobre os impostos sobre ganhos inesperados. "Muitos de nossos telespectadores gostaram da ideia", observou Melissa Francis, âncora do programa "Call ot the Wild", da CNBC.

Há um certo apoio ao "windfall tax" entre os membros da equipe econômica do governo Obama, mas trata-se de um ponto de vista minoritário. Tim Geithner, secretário do Tesouro americano, não está inclinado a adotar o que os céticos chamam de políticas do "Velho Testamento" - políticas que punem o setor financeiro, em vez de resolver os problemas estruturais do sistema. Funcionários do governo, assustados com a experiência proporcionada pelo escândalo das bonificações distribuídas pela AIG, temem abrir as portas para o que poderia se mostrar uma medida populista contra os bancos.

Fonte: Valor Online

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Para Cielo, novas empresas de cartões terão custo maior

O diretor-presidente da Cielo (ex-VisaNet), Rômulo de Mello Dias, descartou hoje a possibilidade de novos entrantes no mercado de cartões conseguirem um custo operacional menor que as duas credenciadoras já estabelecidas no setor - a própria Cielo e a Redecard. "Acho pouco provável que outra empresa consiga custo menor que o nosso ou de nosso concorrente. É um negócio que precisa de escala", afirmou, em teleconferência com analistas.

Juntas, as duas empresas possuem mais de 80% do mercado de credenciamento de estabelecimentos comerciais e captura das transações com cartões de débito e crédito. O governo federal, que prepara mudanças na regulamentação do setor para torná-lo mais competitivo, espera a entrada de novos participantes.

A Cielo possui um custo total de R$ 0,46 por transação. Excluindo taxas pagas à bandeira do cartão e emissores, o custo é de R$ 0,34. Na avaliação de Dias, um novo entrante precisaria estar preparado para processar volumes elevados e atender às exigências das bandeiras. O executivo não teme nem mesmo a concorrência do Santander, que negocia com a Getnet um acordo para capturar e processar transações de cartões. "Se o Santander entrar, acredito que não fará grandes loucuras (para ganhar mercado)", disse. O grupo Santander possui 7,20% do capital da Cielo.

O executivo afirmou ainda não acreditar que o projeto de lei que equipara credenciadoras de cartões a instituições financeiras seja aprovado. O executivo disse ainda que a Cielo buscará a maior rentabilidade de suas operações, e não market share (participação no mercado). Para isso, irá oferecer novos produtos e serviços, ter uma rede de comunicação estável e atender aos padrões das bandeiras de cartões. No cenário de maior concorrência, o executivo espera que os novos entrantes não desejem trabalhar com os grandes varejistas, que embora ofereçam elevado volume de transações, representam baixo retorno financeiro. "É pouco provável que novos entrantes enveredem por esse caminho. Além disso, há determinados clientes que eu não estaria preocupado em perder por conta da rentabilidade que eles nos trazem", disse.

Fonte: Portal Exame

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Empresas devem puxar crédito no Banrisul

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Empresas devem puxar crédito no Banrisul

Animado com a recuperação da economia brasileira nos últimos meses e a expectativa de retomada firme dos investimentos no aumento da capacidade instalada da indústria a partir do segundo semestre do ano que vem, o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) projeta expansão de 23% a 25% na carteira de crédito em 2010. Se a projeção se confirmar, o estoque de empréstimos concedidos pela instituição ficará em torno de R$ 17 bilhões no fim do próximo exercício.

Fonte: Valor Online

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Projeto põe cartões sob regulação do BC

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Projeto põe cartões sob regulação do BC

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou na tarde de ontem um projeto de lei que muda todo o sistema financeiro nacional e transforma as empresas de cartões de crédito em instituições financeiras, reguladas pelo Banco Central.

É ainda um passo embrionário até o projeto, de fato, virar lei, mas a notícia caiu como uma bomba na bolsa. As ações da Redecard recuaram 3,2%, segunda maior baixa do dia entre os papéis do Ibovespa (que subiu 0,42%). Já as ações da Cielo (novo nome da VisaNet), que não fazem parte do índice, despencaram 5,8%. Entre os analistas, o temor é com relação a maior carga tributária que essas empresas teriam que pagar se virassem banco.

Segundo Adelmir Santana (DEM-DF), autor do Projeto de Lei, o objetivo é que todas as empresas do setor - emissoras, bandeiras e credenciadoras - virem instituições financeiras. "O projeto tem uma tramitação longa e vai ser objeto de grande discussão. Mas é importante disciplinar o setor", disse Santana ao Valor.

O argumento do senador é que as empresas de cartões dão crédito e cobram taxas muito altas. Por isso precisam ser tratadas como banco. Já o setor prefere a autorregulação, que ficaria a cargo da Abecs (associação das empresas de cartões). Pelo lado das credenciadoras, o argumento é que elas não dão crédito aos lojistas. Fazem apenas antecipação de recebíveis, uma operação de fomento mercantil, sem alavancagem.

O projeto aprovado na CCJ ontem não trata só dos cartões. Segundo o relator Antonio Carlos Junior (DEM-BA), trata de todo o sistema financeiro nacional e dá maior autonomia ao Banco Central. Seu dirigente teria mandato fixo e não coincidente com o mandato dos diretores. O presidente do BC só poderia ser demitido por votação secreta no Senado.

O projeto de Adelmir Santana foi incorporado ao projeto do senador baiano, que agora segue para análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, para depois ser votado em plenário. Se aprovado, passa por duas comissões da Câmara e por votação no plenário. É lá que os senadores acreditam que haverá maior resistência, por conta do lobby do setor de cartões. Um de seus maiores defensores é o deputado federal Antônio Palocci (PT-SP).

Fonte: Valor Online

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Bradesco Chega a 100% das Cidades

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bradesco Chega a 100% das Cidades

O Bradesco deflagrou uma série de movimentos logísticos para ganhar maior capilaridade geográfica e ampliar suas perspectivas de negócio junto à população de baixa renda. Logo após inaugurar a primeira agência bancária da comunidade de Heliópolis, a maior concentração população de baixa renda de São Paulo, o banco anunciou esta semana ter atingido a inclusão geográfica de 100% nos 5.564 municípios brasileiros.

O Bradesco passa a estar presente em todos os municípios brasileiros com uma rede de atendimento composta de mais de 35 mil pontos, entre agências tradicionais, unidades Bradesco Expresso, unidades do Banco Postal e Postos Avançados de Atendimento.

Esta rede presta serviços a 53,5 milhões de clientes. Desse total, 21 milhões são correntistas. Os demais 32,5 milhões possuem algum produto ou produtos, como apólice de seguros, cartão de marca própria, cartão de crédito, consórcio, plano de previdência e financiamentos pessoal ou de bens, entre outros.

Do total de clientes pessoa física do Bradesco, 84% são pertencentes às classes C, D e E, e 16% correspondem às faixas de renda A e B. Essa composição é similar à estratificação da população bancarizada brasileira. A diferença está nas classes D e E. No Bradesco, essa parcela representa 58%, bem mais que os 45% do mercado.

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BB espera alta de 20% na carteira de crédito em 2010

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

BB espera alta de 20% na carteira de crédito em 2010

SÃO PAULO - O Banco do Brasil espera registrar em 2010 um aumento da carteira de crédito de 20 por cento, informou nesta segunda-feira o presidente da instituição, Aldemir Bendine.

O executivo afirmou a jornalistas que a economia brasileira "está passando por um momento extremamente positivo".

O crescimento na carteira de empréstimos do BB vai se dar sem alta nos índices de inadimplência, segundo Bendine. "A tendência é lateral ou mesmo de queda (da inadimplência)", observou.

A instituição teve um salto de 41,1 por cento na carteira de crédito no final de setembro contra um ano antes, para 301,4 bilhões de reais.

De acordo com Bendine, o crescimento da carteira nos últimos meses manteve o ritmo, sendo puxado pelo consumo.

Leia a matéria completa no Estadão

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Gasto com executivos soma R$ 1 bi em 5 bancos

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Gasto com executivos soma R$ 1 bi em 5 bancos
Aproxima-se de R$ 1 bilhão a soma das despesas dos cinco maiores bancos do país com seus executivos nos primeiros nove meses do ano. Só os três maiores bancos privados - Itaú Unibanco, Bradesco e Santander - gastaram R$ 890 milhões com os pagamentos a seus administradores. A cifra corresponde a 5,36% do lucro conjunto de R$ 16,6 bilhões dessas três instituições no período.
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Nos dois maiores bancos públicos - Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal -, a remuneração dos administradores é muito inferior à dos privados e os balanços trimestrais ainda não trazem informações detalhadas. Um dado consolidado disponível indica que o BB pagou R$ 13,6 milhões aos membros da administração (conselho e executivos) no terceiro trimestre. O banco aumentou em 11% a remuneração do presidente, vice-presidentes e diretores, na comparação entre setembro de 2008 e de 2009. Hoje, o presidente do BB, Aldemir Bendine, ganha R$ 41.592 mensais, enquanto os vice-presidentes recebem salário de R$ 37.566. Na Caixa Econômica Federal, o salário da presidente Maria Fernanda Ramos Coelho é de R$ 32.760. No terceiro trimestre, a Caixa gastou R$ 7 milhões com remuneração e outros benefícios a seus executivos.
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Entre os bancos privados, o Itaú Unibanco é o que mais gasta com seus administradores: R$ 504 milhões nos nove primeiros meses do ano. O Bradesco gastou R$ 267,4 milhões, incluindo proventos, gratificações, contribuições ao INSS e aportes em planos de previdência complementar. A remuneração paga pelo Santander totalizou R$ 128 milhões.
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O levantamento foi feito pelo Valor Economico com base nas demonstrações financeiras trimestrais dos bancos. A partir do balanço anual deste ano, por determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN), essas instituições terão de especificar os salários e demais benefícios pagos a seus executivos.
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Fonte: Valor Online

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PanAmericano confirma negócio com CEF

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PanAmericano confirma negócio com CEF

O Banco PanAmericano confirmou ontem em comunicado de fato relevante que o Grupo Silvio Santos, seu controlador, está em negociações com a Caixa Econômica Federal para "eventual aquisição" de participação acionária. As negociações são para compra de cerca de 49% do capital votante do banco e 20% do capital preferencial (sem direito a voto).

Segundo o comunicado, a participação que a Caixa poderá ter no capital total do PanAmericano é de aproximadamente 35%. O banco possui 5,9% das ações PN em tesouraria. O usual em operações de aquisição desse tipo é o cancelamento de papéis em tesouraria. Se isso for feito, a fatia final de cada acionista subirá.

A eventual aquisição da fatia acionária do PanAmericano se dará por meio da Caixa Participações (CaixaPar), criada neste ano para que o banco federal adquiria participações em instituições. Grupo Silvio Santos e a Caixa assinarão um acordo de acionistas para controle compartilhado do banco.

Fonte: ValorOnline

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Censo Bancário: Melhora a Escolaridade Nos Bancos

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Censo Bancário: Melhora a Escolaridade Nos Bancos

A FEBRABAN finalizou recentemente a "Pesquisa em Recursos Humanos, Melhores Práticas e Censo da Diversidade" no setor bancário. O levantamento aborda aspectos como raça, escolaridade, idade e carreira. Os bancos envolvidos no projeto empregam 408,9 mil dos 435 mil bancários no país. Desses, 204,1 mil (49,9%) responderam às perguntas do censo.

A pesquisa apontou um alto nível de escolaridade, com 66,5% dos bancários com superior completo, pós-graduação ou MBA. No mercado formal, esse percentual é de apenas 15,5%. Por outro lado também comprovou que 19% dos funcionários são negros, enquanto na PEA (População Economicamente Ativa) somam 35,7% e no mercado formal (RAIS), 31,9%.

Dentre os funcionários, 65,5% dividem-se em duas faixas etárias: de 25 a 34 anos (34,8%) e de 35 a 44 anos (30,7%), sendo que até 34 anos a predominância é de mulheres, atestando o forte ingresso delas nos bancos. Mas no total, apenas 48,4% dos funcionários são mulheres e 51,6% são homens.

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Cartões salvam a receita dos bancos

sábado, 14 de novembro de 2009

Cartões salvam a receita dos bancos

Praticamente imune à crise, o cartão de crédito ou débito se transformou no principal produto para os bancos neste ano. Além do volume de transações com cartões que avança na casa dos 20% ao ano, ritmo que se manteve intacto mesmo durante a turbulência, esse filão é hoje a maior fonte de renda de serviços e a alternativa encontrada à queda das tradicionais tarifas bancárias. "Os cartões são o produto dos bancos em 2009", diz o executivo de grande instituição.

Os balanços trimestrais mostraram que o maior aumento nas receitas de prestação de serviços veio das operações envolvendo o meio de pagamento. Por outro lado, as taxas de manutenção de conta corrente e as tarifas ligadas ao crédito ficaram praticamente estáveis, já sob o efeito da regulação mais dura imposta pelo Banco Central.

Os quatro grandes bancos que já divulgaram seus resultados, Santander, Itaú Unibanco, Bradesco e Caixa Econômica Federal, ganharam R$ 7,4 bilhões no acumulado do ano apenas com receitas ligadas aos cartões. O valor é 10,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As receitas de conta corrente recuaram 1,9%, para R$ 5,5 bilhões, e as tarifas associadas ao crédito tiveram queda de 11,9% em 12 meses, fechando em R$ 3,450 bilhões.

No Bradesco, as receitas de cartões de débito e crédito subiram 12,9% no acumulado do ano, chegando a R$ 2,47 bilhões, maior parcela do faturamento com serviços. No Itaú, a renda chega a R$ 4,233 bilhões, entre janeiro e setembro, com elevação de 6,9%.

Com a plataforma de cartões integrada à do Banco Real, o Santander apurou aumento ainda maior, de 15,5%, no acumulado do ano, chegando a R$ 554 milhões. Fechando os quatro grandes que já divulgaram balanços, a Caixa teve expansão de 93,9% na receita com cartões, para R$ 215,929 milhões.

As instituições ganham com os cartões em várias frentes, como cobrança de anuidade do cliente, tarifas (como de emissão de segunda via) e taxas de juros. Faturam também com a taxa que o lojista paga sobre cada transação. No geral, metade dessa tarifa vai para as empresas que fazem o credenciamento das lojas que aceitam cartão, como VisaNet e Redecard, e a outra metade vai diretamente para o banco que emitiu o cartão usado na compra, daí a importância de uma base robusta de plásticos.

A principal receita dos bancos, no entanto, é mesmo a financeira, vinda dos juros cobrados no financiamento da fatura, o chamado crédito rotativo. Ela representa 57% do faturamento total, segundo estimativa da consultoria Cardmonitor. A taxa que recebem dos lojistas responde por 15% e a anuidade, por 20%. O restante (8%) são outras tarifas e taxas, como renovação de programas de fidelidade.

O estoque de valor das faturas de cartão em aberto, que incluem o parcelado sem juros e as contas ainda a vencer, subiu 29%, chegando a R$ 56 bilhões nos 12 meses fechados em setembro. No mesmo período, o saldo do crédito direto ao consumidor (CDC) para a compra de bens caiu 23%, para R$ 9 bilhões, segundo números do Banco Central.

Os bancos já buscam estratégias para recuperar os ganhos com tarifas de conta corrente. Um das saídas é trazer novos clientes para a base. "Vamos aumentar nossa receita pela inclusão bancária", afirmou Trabuco durante teleconferência com analistas na semana passada. Lembrando que o banco tem aberto 6 mil contas por dia, completou: "é incorporação de novos clientes pagando tarifas."
Fonte: ValorOnline

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VisaNet adota estratégia de expansão e muda nome para Cielo

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

VisaNet adota estratégia de expansão e muda nome para Cielo

SÃO PAULO - A VisaNet anunciou nesta terça-feira a mudança da marca como parte da estratégia de ser conhecida como uma credenciadora multibandeira, passando a se chamar Cielo.

"O mercado muda e nós temos que mudar", disse Rômulo de Mello Dias, presidente da empresa de meios de pagamento, credenciadora única dos cartões Visa.

O executivo explicou que o contrato de exclusividade com a bandeira Visa termina em julho de 2010. Além disso, com a mudança de regulamentação do setor que está sendo discutida pelo governo, as empresas credenciadoras estarão sujeitas a maior concorrência. Hoje, Visanet e Redecard detêm mais de 90% do mercado.

"Ficaria inapropriado continuar usando o nome Visanet", apontou Dias.

Ele disse que a companhia ainda não procurou a MasterCard para negociar o início do credenciamento dos cartões CrediCard, mas no momento oportuno deve anunciar um acordo para os cartões Dinners.
Fonte: Estadão

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Nova regra para cartão faz Visanet rever plano

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

NOVA REGRA PARA CARTÃO FAZ VISANET REVER PLANO

A possível entrada de novos concorrentes no mercado de meios de pagamento eletrônico após regulamentação em estudo pelo governo federal faz a Companhia Brasileira de Meios de Pagamento (VisaNet) rever sua estratégia para manter crescimento de dois dígitos nos próximos cinco anos, projeção do presidente da companhia Rômulo de Mello Dias.

Um dos possíveis novos players nesse mercado poderá ser a bandeira Banricompras, do Banco Estadual do Rio Grande do Sul (Banrisul), hoje ativa apenas naquele estado. No entanto, o diretor financeiro e de Relações com o Investidor da instituição, Ricardo Hingel, confirmou que há possibilidade de expandi-la a todo o território nacional.

Por isso, além de estudar um novo nome, ainda não anunciado, para depois do fim da exclusividade com a bandeira Visa, a VisaNet busca um crescimento em regiões fora do eixo sul e sudeste e quer aliar produtos e serviços, como forma de diferenciação, aos pontos-de-venda credenciados.

"Temos uma presença capilar no mercado que nos permite, junto com os bancos parceiros, afiliação de novos pontos de venda e novas regiões, sobretudo nas bordas das grandes cidades e interior do País", afirma Dias. Segundo ele, "há regiões no nordeste que estão crescendo mais do que a China".

Sobre o oferecimento de produtos e serviços aos lojistas, a VisaNet criou uma plataforma para "que a empresa nos veja como um parceiro de negócios". "Produtos e serviços em um mercado mais maduro serão críticos para esse mundo em que a gente vai estar vivendo", diz.

Quer dizer, a VisaNet irá permitir que o varejista faça promoção, com cuponagem eletrônica ou vendas cruzadas, em tempo real. Quer dizer, por exemplo, substituir cartões de fidelização de restaurantes, com refeição grátis depois de certo número de refeições ou ganhar um ingresso para estréia no cinema.

"A gente está com essa plataforma promocional funcionando há cinco meses, e está começando a decolar. No ano que vem estará pleno e vai ser um diferencial muito forte". Hoje são 250 mil os POS [as máquinas de transações, da sigla em inglês] habilitados a utilizar essa ferramenta.

A empresa tem ainda 1,6 milhão de estabelecimentos credenciados, em 98% municípios brasileiros, contra 1,4 milhão no ano passado.

Banrisul

Com a nova regulamentação do mercado de cartões, o banco gaúcho acredita que pode expandir sua rede e até tornar o Banricompras um novo negócio do banco e expandi-lo para fora das fronteiras do estado. Isso porque a instituição já possui uma base tecnológica para tanto.

"Essa é uma oportunidade de expansão do volume de operações da carteira de crédito, que irá permitir ao banco maximizar e ampliar essa estrutura. Tecnicamente, temos um investimentos feito em tecnologia de transmissão e processamento que não deve a ninguém", diz Hingel.

Ele ainda admite que o Banricompras possa se tornar uma adquirente e trabalhar com outras bandeiras. "Tecnicamente está apta. Temos agora que evoluir para uma discussão estratégica e comercial. Nessa linha é um negócio novo." A instituição tem hoje a terceira rede nacional, atrás de VisaNet e Redecard. A movimentação financeira do Banricompras até agosto chegou a R$ 2,3 bilhões, crescimento de 21% ante agosto de 2008.

Fonte: Jornal DCI

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Itaú Unibanco lucra mais com seguro e previdência

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Itaú Unibanco lucra mais com seguro e previdência

A Itaú Unibanco Seguros e Previdência registrou lucro líquido de R$ 374 milhões no terceiro trimestre, aumento de 7,5% em relação ao segundo trimestre deste ano. Os prêmios ganhos somaram R$ 1,662 bilhão, estáveis em relação ao mesmo período de comparação.

A seguradora, após a fusão do Itaú com o Unibanco, passou a representar 16,5% do resultado consolidado. Antes da fusão, o lucro representava perto de 10% dos ganhos do Unibanco e 13% no Itaú. Apesar do aumento, ainda está longe da seguradora do Bradesco, que anuncia resultados hoje e responde por 35% do lucro do banco.

Duas áreas foram as responsáveis pelo crescimento do lucro da Itaú Seguros. O resultado da empresa de títulos de capitalização cresceu 47%, para R$ 76 milhões, por conta do aumento da venda de títulos. Em vida e previdência, o aumento foi de 5,6% com ganho recorrente de R$ 210 milhões, influenciado pela queda de sinistros e aumento da receita com taxas de administração dos planos de previdência.

Já a área de seguros gerais, na qual estão carteiras como automóveis, grandes riscos e residências, teve queda de 10% nos resultados, para R$ 88 milhões. A razão é que houve aumento de sinistros nas apólices de automóveis e garantia estendida (que dão garantia adicional a do fabricante em eletrodomésticos e eletroeletrônicos).

Silvio de Carvalho, diretor-executivo de Controladoria do Itaú Unibanco, destacou na teleconferência para anúncio de resultados do banco ontem de manhã o aumento dos sinistros. Segundo o executivo, a alta da sinistralidade trouxe uma queda de R$ 20 milhões nas receitas com seguros. Com o aumento dos sinistros e das despesas, a margem caiu de 24,3% para 22,7%, do segundo trimestre para o terceiro. O índice combinado, que mede a eficiência da operação (quanto menor, melhor), também teve ligeira piora. Subiu de 90,7% para 91%.

Fonte: Valor OnLine

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Febraban conquista prêmio "Excelência" pelo lançamento do DDA

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Febraban conquista prêmio “Excelência” pelo lançamento do DDA

Novo modelo de cobrança é eleito o maior acontecimento em TI de 2009

A Febraban é ganhadora da categoria “Excelências” do “V Prêmio Relatório Bancário”. O projeto foi reconhecido como “Maior acontecimento de TI do ano -Categoria Inovação em 2009”, pelos benefícios oferecidos à população e por sua inovação no sistema bancário. O “Prêmio Relatório Bancário”, tradicional premiação destinada à personalidades e empresas dos setores de tecnologia e finanças possui três categorias: “Destaque”, destinada à empresas de tecnologia! , “Excelência- oferecido aos melhores do setor financeiro e “Personalidade”, que prestigia os profissionais que se destacaram ao longo do ano de 2009.

A Cerimônia de premiação acontecerá dia 10 de novembro, no Hotel Renaissance, no Salão das Américas, em São Paulo

Fonte: Relatório Bancário

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BB e o Crédito Consignado

sábado, 31 de outubro de 2009

BB Reage Ampliando o Consignado

O crédito consignado tem importância estratégica para o Banco do Brasil devido a seus baixos riscos e inadimplência. Representa atualmente (até junho desse ano) 36% da carteira de crédito pessoa física. Com uma carteira total de R$ 20 bilhões, o BB é líder em consignado com 32,6% de participação de mercado.

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BC cobrará ajuste de bancos com risco de insolvência

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

BC cobrará ajuste de bancos com risco de insolvência

RIO DE JANEIRO - Instituições com problemas que causem risco de insolvência ou iliquidez terão que submeter, ao Banco Central (BC), um plano de ajuste de seis meses, que pode ser prorrogado por até duas vezes esse tempo, de acordo com proposta de projeto de lei sobre as falências de instituições financeiras, apresentado pela autoridade monetária. A informação foi dada hoje pelo chefe adjunto do Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários do BC, Carlos Donizete Macedo Maia. No seminário "Resolução de Falência de Instituição Financeira", ele explicou a parte do projeto referente às medidas preventivas, que buscam evitar que um banco chegue na situação de ser liquidado.

"A instituição terá que convencer a supervisão de que o plano de ajuste apresentado é viável", disse. O plano deve conter as causas do problema, medidas para solucioná-lo, metas quantitativas e qualitativas e também o cronograma de execução. Entre outras medidas, o BC pode decretar capitalização adicional, redução de exposição a riscos, suspensão de distribuição de dividendos, fechamento ou proibição de abertura de agências.

Se essas medidas preventivas não superarem as dificuldades, o BC pode determinar outras mais duras, como a substituição de administradores "ou de membros de outro órgão societário (o que o BC entende que abrange auditorias)", a transferência de controle societário da instituição, transformação, incorporação, fusão, cisão ou outra forma de reorganização societária.

A proposta de projeto de lei, que fica em audiência pública até 18 de dezembro, também cria juridicamente o "dever de informar". Por ele, se o banco deixar de informar o que deve, ele sofrerá penas que podem ir da advertência à inabilitação de seus administradores para trabalhar no mercado financeiro.

Fonte: Estadão

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Uso maior de cartões impulsiona lucro da VisaNet

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Uso maior de cartões impulsiona lucro da VisaNet

SÃO PAULO - A VisaNet, líder no setor de pagamentos no mercado brasileiro, teve lucro líquido de 396,7 milhões de reais no terceiro trimestre, um crescimento de 34,8 por cento ante o resultado obtido um ano antes, com forte aumento do volume financeiro e da quantidade de transações com cartões.

A empresa, que credencia estabelecimentos para receber pagamentos com cartões Visa e Visa Electron, teve receita líquida de julho a setembro de 924,4 milhões de reais, ante 722,1 milhões de reais no mesmo período de 2008.

Os volumes financeiros de transações com cartões de crédito e débito aumentaram, respectivamente, 20,8 por cento e 22,1 por cento, na comparação anual. Entre os mesmos intervalos, a quantidade de transações com cartões de crédito e débito avançaram 16,1 por cento e 12,4 por cento, segundo a VisaNet.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) totalizou 569,9 milhões de reais de julho a setembro, ante 452,7 milhões de reais em igual intervalo de 2008.

Fonte: Estadão

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Mudança na lei obriga empresas a informar dados para contato em boletos

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Mudança na lei obriga empresas a informar dados para contato em boletos

Alteração deve reduzir dor de cabeça quando há cobrança errada. Muitas empresas informavam apenas nome fantasia nos boletos.

Uma alteração feita no Código de Defesa do Consumidor, no início do mês, vai facilitar o contato dos consumidores com empresas fornecedoras de produtos e serviços. A lei federal 12.039, deste ano, foi inclusa no artigo 42 do código e torna obrigatório, desde o dia 1º de outubro, que todos os boletos de cobrança apresentem o nome, endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do fornecedor do produto ou do serviço.

"Não havia determinação específica sobre isso para boletos”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste, associação de defesa do consumidor. Com a determinação, as empresas estão sujeitas a visitas de órgãos fiscalizadores – os Procons - e à aplicação de multas.

A medida deve reduzir as dores de cabeça em casos de cobrança indevida, na avaliação de órgãos de defesa do consumidor. A mudança vai ajudar, principalmente, aqueles consumidores que adoram fazer compras ou contratar serviços por internet e/ou telefone, avalia Renata Reis, supervisora da área de serviços financeiros do Procon-SP. "Grandes empresas já informavam esses dados mesmo antes da lei", reforça.

Além da falta de atenção do consumidor, que muitas vezes não guarda a nota fiscal ou o contrato após fazer compra ou contratar serviço, muitas empresas informam apenas o nome fantasia nos boletos ao invés de sua razão social – nome da companhia que consta nos documentos e possível de ser pesquisado com o número do CNPJ.

Fonte: G1

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Susep vai estimular seguro popular

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Susep vai estimular seguro popular

Depois de fracassada a primeira tentativa de instituir um seguro popular no país, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) vai fazer uma nova tentativa, desta vez com apoio internacional. O titular do órgão, Armando Vergílio dos Santos, anunciou ontem a entrada do Brasil em um programa mundial chamado "Iniciativa de Acesso ao Mercado de Seguros", que terá apoio e recursos de organizações multilaterais como Banco Mundial e a Associação Internacional de Supervisão de Seguros (IAIS).

A ideia é massificar o seguro como proteção às pessoas de baixa renda, através de produtos simplificados e de baixo custo como auxílio funeral e acidentes pessoais. "Para a baixa renda, tem que ser um seguro pensado para atender às necessidades específicas. Não pode ser pago em banco, não pode haver emissão de apólice (que tem custo elevado)", explicou.

Há cerca de cinco anos, a Susep regulamentou um "seguro popular" de vida e automóveis. Mas, como admitiu Vergílio, "não se consolidou". Segundo ele, já está em análise uma nova regulamentação em que "a simplicidade do contrato será o orientador dos próximos passos". Isso significa que os seguros seriam emitidos, não com contratos individuais, mas a partir de um "clausulado" básico.

Vergílio disse que estuda duas "possibilidades" para "disseminar a cultura de seguros" entre o público alvo, que são as cerca de 100 milhões de pessoas que vivem com menos de três salários mínimos. Uma delas é distribuir seguros através do programa Bolsa Família (cerca de 50 milhões de pessoas). Outra é organizar um "pool" de seguradoras que, mediante um incentivo do tipo redução de carga fiscal, fariam a emissão e distribuição "sem fins lucrativos". (JR)

Fonte: Estadão

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